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	<title>Blog Democrata</title>
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	<description>DEM - Partido de Novas Ideias</description>
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		<title>O início da disseminação do governo representativo</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 14:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Paim]]></category>

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		<description><![CDATA[Na caracterização do processo de disseminação do governo democrático representativo &#8211;criação original do Ocidente&#8211; é preciso, antes de mais nada, distingui-lo de sua contrafação, surgida com a Revolução Francesa. Denomina-se democratismo por pretender-se ‘democrático”, quando na verdade conduziu, na própria Revolução Francesa, ao terror e à instabilidade, circunstância que se reproduziu, onde foi recriado sob [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdemocrata.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Antonio-Paim_thumb.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-857" style="margin: 10px;" title="Antonio-Paim_thumb.jpg" src="http://www.blogdemocrata.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Antonio-Paim_thumb.jpg" alt="" width="164" height="244" /></a>Na caracterização do processo de disseminação do governo democrático representativo &#8211;criação original do Ocidente&#8211; é preciso, antes de mais nada, distingui-lo de sua contrafação, surgida com a Revolução Francesa. Denomina-se democratismo por pretender-se ‘democrático”, quando na verdade conduziu, na própria Revolução Francesa, ao terror e à instabilidade, circunstância que se reproduziu, onde foi recriado sob essa inspiração. Temos disto experiência direta, na fase de consolidação da Independência, nos anos trinta do século XIX. Modelo correto seria adotado com o Regresso.</p>
<p>A mais notável adoção do governo representativo seria proporcionada pela Revolução Americana. Além do mais, deu surgimento a modalidade distinta do original inglês (monarquia constitucional): o modelo republicano, no caso o presidencialismo. Como havia se disseminado a propriedade, a limitação do direito de representar-se adstrito à classe proprietária proporcionou-lhe caráter democrático (ao contrário do sistema inglês, que somente se democratizou em fins do século XIX). Daí o título do livro de Tocqueville (A democracia na América).</p>
<p>O processo de disseminação do novo regime no continente europeu seria tumultuado. Ao objetivo principal &#8211;substituir a monarquia absoluta pela constitucional&#8211;, seriam acrescidos diversos outros, mais das vezes justamente por influência do democratismo. A experiência inglesa aconselhava prudência na ampliação do sufrágio, isto é, conseguir avanços progressivos de modo que, pela experimentação, sanassem as naturais resistências. Estas em geral provinham do temor de resultados equivalentes aos verificados na Revolução Francesa, instauradores da anarquia e da instabilidade.<span id="more-868"></span></p>
<p>Requer ser considerado mais detidamente, focalizando especificamente os principais países.</p>
<p><em>*ANTONIO PAIM é filósofo, seguiu carreira universitária no Rio de Janeiro. Atualmente desenvolve atividades de pesquisa em universidades, no Brasil e em Portugal e preside o Conselho Acadêmico do Instituto de Humanidades.</em></p>
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		<title>“Negar o mensalão é negar a História”</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[- Com a aproximação do julgamento do chamado mensalão, talvez o maior escândalo político da história brasileira, um enorme desespero tomou parte da ala do Partido dos Trabalhadores envolvida com os crimes prestes a serem julgados pelo Supremo Tribunal Federal. - E esse desespero se transformou em guerra aberta a toda e qualquer instituição que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Com a aproximação do julgamento do chamado mensalão, talvez o maior escândalo político da história brasileira, um enorme desespero tomou parte da ala do Partido dos Trabalhadores envolvida com os crimes prestes a serem julgados pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>- E esse desespero se transformou em guerra aberta a toda e qualquer instituição que pode ameaçá-los, como a imprensa ou o Ministério Público.</p>
<p>- Como terá cinco horas para pedir a condenação dos réus do mensalão na sessão do STF, o atual procurador Roberto Gurgel é hoje o homem a ser derrubado por essa verdadeira matilha comandada pelo petismo.</p>
<p>- Alegam, contra o procurador, atrasos deliberados em investigações contra o contraventor Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres.</p>
<ul>
<li>Gurgel reagiu. Para ele, só o atacam quem está “morrendo de medo” do julgamento do mensalão.</li>
</ul>
<p>- Essa tática pode ser uma furada porque a autoridade que mais investigou o mensalão não foi Gurgel, mas o ex-procurador geral da República, Antonio Fernandes de Souza. E Antonio Fernandes é veemente em sua posição:<strong>Negar a existência do mensalão é querer negar os fatos, é querer apagar a História, uma afronta à democracia.</strong></p>
<p>- Outros pontos chamam a atenção em uma entrevista que o procurador concedeu à edição da revista <em>Veja</em> esta semana:</p>
<ul>
<li>Chamar o mensalão de farsa corresponde a chamar de farsantes o procurador-geral e os ministros do Supremo.</li>
<li>Existem provas periciais demonstrando que dinheiro público foi usado nas operações ilegais.</li>
<li>Alguns réus confessaram os crimes.</li>
<li>Os réus do mensalão praticaram lavagem de dinheiro, corrupção passiva e ativa, peculato, evasão de divisas, formação de quadrilha e falsidade ideológica.</li>
</ul>
<p>- De acordo com o procurador Antônio Fernandes de Souza:<em> “Os ministros vão julgar o processo com base nos autos. E há inúmeras provas de tudo o que foi afirmado na denúncia. Depoimentos, extratos bancários, pessoas que foram retirar dinheiro e deixaram sua assinatura”.</em></p>
<p>- Ao ser perguntado se houve desvio de dinheiro público no mensalão, o procurador foi enfático:<em>“Quem vai fazer esse juízo é o Supremo. Da perspectiva de quem fez a denúncia e acompanhou o processo até 2009, digo que existe prova pericial mostrando que dinheiro público foi utilizado. Repito: há prova pericial disso”.</em></p>
<ul>
<li>Leia a entrevista na íntegra:<a href="http://migre.me/93Ybo" target="_blank">http://migre.me/93Ybo</a></li>
</ul>
<p>- Para tirar suas dúvidas, veja o relatório de 120 páginas do ministro Joaquim Barbosa, do STF, sobre o mensalão. Ao todo o processo possui 70 mil páginas.</p>
<ul>
<li>Aqui: <a href="http://migre.me/940t8" target="_blank">http://migre.me/940t8</a></li>
</ul>
<p>- Dentro da imprensa, a revista <em>Veja</em> é o principal objeto de ódio do PT, por ter mantido, por anos, uma linha editorial em desavença com o governo. O petismo agora tem até um aliado de peso nessa empreitada contra a publicação, o ex-presidente Fernando Collor, cujo caminho para o impeachment, em 1992, começou exatamente com uma reportagem da revista.</p>
<p>- A ironia é que sindicalistas ligados ao PT por anos ajudaram a derrubar autoridades por meio de grampos ilegais e documentos sigilosos vazados à imprensa. Uma de suas vítimas foi, exatamente, Fernando Collor. Agora, quando são alvos da mesma prática que promoveram, querem condenar o fato de o contraventor Carlinhos Cachoeira ter sido fonte de jornalistas por anos.</p>
<p>- Em editorial publicado quarta-feira da semana passada, o jornal <em>O Globo </em>mostrou o que há por trás dessa guerra.</p>
<ul>
<li>Leia: <a href="http://migre.me/93XYg" target="_blank">http://migre.me/93XYg</a></li>
</ul>
<p>- Como é bem sabido, são os regimes autoritários que controlam a imprensa, seja no nazismo, no fascismo ou mesmo na ditadura de Getúlio Vargas, nos anos 30.</p>
<p>- Uma questão histórica interessante é o caso do imperador da França, Napoleão Bonaparte. De acordo com a mais recente de suas biografias, de Steven England, no momento em que seu poder era ameaçado pelas tropas russas, Napoleão se desesperou por não ter fontes confiáveis de informação.</p>
<p>- Toda imprensa controlada por Napoleão insistia em bajulá-lo e exaltá-lo, quando o que o interessava eram os fatos. Ele não os tinha sob controle. O imperador chegou a lamentar não poder ler mais páginas de uma imprensa não-governista, para monitorá-lo de maneira menos ilusória.</p>
<p>- Como se sabe, após dominar praticamente toda a Europa, Napoleão perdeu a guerra de maneira avassaladora.</p>
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		<title>O Sistema Tributário e as suas Distorções</title>
		<link>http://www.blogdemocrata.org.br/o-sistema-tributario-e-as-suas-distorcoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Mendonça Prado]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil mantém um dos sistemas tributários mais complexos do planeta. São tantas as obrigações principais e acessórias, que elas caracterizam o contribuinte brasileiro como um ser exageradamente subordinado ao Estado. Hoje, só para guardar informações relacionadas às relações tributárias, inumeráveis pessoas jurídicas destinam parte considerável das suas estruturas exclusivamente para esse serviço. Além disso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogdemocrata.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Mendonca-Prado.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-861" style="margin: 10px;" title="Mendonca Prado" src="http://www.blogdemocrata.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Mendonca-Prado-300x288.jpg" alt="" width="300" height="288" /></a>O Brasil mantém um dos sistemas tributários mais complexos do planeta. São tantas as obrigações principais e acessórias, que elas caracterizam o contribuinte brasileiro como um ser exageradamente subordinado ao Estado. Hoje, só para guardar informações relacionadas às relações tributárias, inumeráveis pessoas jurídicas destinam parte considerável das suas estruturas exclusivamente para esse serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a demasiada quantidade de impostos, taxas e contribuições já põem o país em uma posição de algoz das pessoas físicas e jurídicas, pois inflige aos contribuintes uma das cargas tributárias mais elevadas do planeta. Não obstante os acentuados valores arrecadados pela administração pública, os serviços prestados aos cidadãos são inferiores ao que todos almejam, e isso provoca uma insatisfação generalizada no seio da sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pouco ou quase nada funciona a contento. Afinal, os brasileiros entregam, na forma de tributos, o produto de seis meses do sacrificado trabalho aos governantes que, infelizmente, não correspondem às expectativas da população. De um lado, reina a incompetência, a incapacidade gerencial. Do outro, a corrupção, a desonestidade, o desvio de finalidade. Assim, seguimos com os piores índices do mundo no que se refere à segurança, à saúde e à educação, para não falar em infraestrutura, transporte e outros temas tão relevantes quanto esses. Pagamos a conta do desenvolvimento e vivemos em um país subdesenvolvido.<span id="more-860"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não é fácil habituar-se com siglas que subtraem o fruto do trabalho e reduzem as condições de vida de cada um. São tantas conhecidas por alguns e desconhecidas pela maioria que parecem mais uma sopa de letras. ISS, IPTU, ITBI, ITR, ICMS, IPVA, ITCMD, II, IE, IRPF, IRPJ, IPI, COFINS, CSLL e outros acrogramas que absorvem o dinheiro das pessoas de maneira direta ou indireta. Algumas delas agem abertamente sobre a renda e o patrimônio sem subterfúgios; Outras atuam, dissimuladamente, em função da ocorrência de um fato gerador. Estas extraem as moedas disfarçadamente, embutindo o seu valor sobre o preço das mercadorias e dos serviços. É como intervenção cirúrgica com anestesia.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, a maioria dos que fazem o Poder Legislativo não se propõe a encetar uma reforma tributária que seja realmente capaz de simplificar esse intricado sistema. Além do absurdo peso da carga tributária, que massacra os cidadãos, existe uma indesejável burocracia que precisa ser modernizada. Não é possível que, na era do conhecimento e da tecnologia, tenhamos que conviver com regras antiquadas, que compelem empresas a se transformarem em verdadeiros cartórios. Um absurdo!</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento igualitário é algo reclamado por todos que veem, nas diversas relações tributárias, sinais de heterogeneidade nas relações entre os sujeitos ativos: União, Estados e Municípios, e os sujeitos passivos: pessoas físicas e jurídicas. Todos sabem que são constatadas, diariamente, as chamadas elisões e sonegações fiscais. Contudo, faltam punições imediatas e eficazes. Essas deficiências facilitam o enriquecimento ilícito e impõem sacrifícios aos que, disciplinadamente, se mantêm em dia com o fisco.</p>
<p style="text-align: justify;">Os que descontam imposto de renda na fonte, por exemplo, garantem uma arrecadação estável porque o modelo do tributo é seguro. Por essa razão e por comodismo, o Estado injusto e cruel, fixa alíquotas descomunais, que imolam o contribuinte. Com isso, as pessoas imoladas compensam os valores sonegados por outros. Ou seja, como o Estado, através do Legislativo, é incapaz de instituir um ordenamento jurídico justo, elege um certo grupo de contribuintes para, de maneira injusta, pagar a conta dos demais. Uma indecência!</p>
<p style="text-align: justify;">Destarte, não há o que se discutir. Assim como temos um sistema político partidário atrasado, temos também um sistema tributário que deve ser atualizado. Está claro que o número de tributos é descomedido e a forma de cobrança é censurável. No Brasil, a base de contribuintes está incompleta em razão, entre outras coisas, da elisão fiscal e da sonegação, mas parte da sonegação é incentivada pela composição imprópria do sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">O Estado deve arrecadar o suficiente para o custeio, pagamento de pessoal e investimentos. O tratamento aos contribuintes deve ser igualitário, com base em um modelo que seja o mais racional possível. É inadmissível que uns cooperem em excesso, enquanto outros se escondem. Por fim, a aplicação dos recursos públicos deve sempre ocorrer de forma correta.</p>
<p style="text-align: right;">*Mendonça Prado é Advogado, Deputado Federal por Sergipe, Vice-Presidente Nacional do Democratas e Vice-Presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.</p>
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		<item>
		<title>A quest&#227;o do governo representativo</title>
		<link>http://www.blogdemocrata.org.br/a-questo-do-governo-representativo/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 13:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Paim]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil poderia figurar entre os primeiros (Lijphart) se os republicanos tivessem levado em conta a experiência (bem sucedida) do século XIX (cinqüenta anos de estabilidade política, isto é, sem golpes de Estado ou presos políticos).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.blogdemocrata.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Antonio-Paim.jpg"><img title="Antonio Paim" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: left; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="Antonio Paim" align="left" src="http://www.blogdemocrata.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Antonio-Paim_thumb.jpg" width="164" height="244" /></a>No Brasil não temos clareza quanto à complexidade do governo representativo (não só a classe política mas o comum dos estudiosos). Nessa convicção, resumo aqui as conclusões a esse respeito do renomado cientista político (neerlandês radicado nos Estados Unidos) Arend Lijphart, no livro <b>Democracies</b>, editado em 1980 pela Yale University. Tomando por base os levantamentos que efetivara, afirma que, naquela data, desde o último pós-guerra, existiam apenas 21 nações que haviam mantido por largo período regimes onde os direitos políticos, notadamente a participação em eleições livres e o respeito às liberdades individuais, eram estritamente observados.</p>
<p align="justify">Nesse contingente, inclui, na Europa Ocidental, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Islândia, Luxemburgo, Noruega,, Reino Unido, República Federal Alemã, Suécia e Suíça; e, fora do continente europeu: Austrália, Canadá, Estados Unidos, Israel, Japão e Nova Zelândia. Tomando o período mais recente, Lijphart acrescenta à lista européia: Espanha, Grécia, Portugal e Turquia e prazos menores.</p>
<p align="justify"><u></u><u></u></p>
<p align="justify">Adotando critérios menos rígidos &#8211;desde as últimas décadas do século passado e a presente&#8211;, outros estudiosos entendem que, no conjunto das nações (em torno de 200, na atualidade) existiriam no máximo 30% de nações democráticas. Em suma, trata-se de uma minoria.<u></u><u></u></p>
<p align="justify">O Brasil poderia figurar entre os primeiros (Lijphart) se os republicanos tivessem levado em conta a experiência (bem sucedida) do século XIX (cinqüenta anos de estabilidade política, isto é, sem golpes de Estado ou presos políticos). A República não logrou idêntico resultado em seus 123 anos de existência. Cabe sugerir onde residiria a raiz da diferença. É o que me proponho nos próximos artigos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pol&#237;tica industrial sem rumo!</title>
		<link>http://www.blogdemocrata.org.br/poltica-industrial-sem-rumo/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 10:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[BLOG]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[As políticas incluídas no pacote, muitas delas já testadas em outras circunstâncias, como desonerações setoriais, medidas para facilitar o crédito e ações de defesa comercial, configuram um conjunto de ações maquiadas, marcadas pelo improviso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">- O mais novo “pacote de bondades” da presidente Dilma Rousseff para socorrer a indústria nacional, apresentado na última quarta-feira como a 2ª etapa do programa <i>Brasil Maior</i>, deixou muito a desejar. Trata-se mais uma vez de medidas paliativas, pontuais, sem qualquer novidade relevante para o fortalecimento da produção nacional.</p>
<p align="justify">- As políticas incluídas no pacote, muitas delas já testadas em outras circunstâncias, como desonerações setoriais, medidas para facilitar o crédito e ações de defesa comercial, configuram um conjunto de ações maquiadas, marcadas pelo improviso. No geral, falta ambição às medidas do governo federal.</p>
<div align="justify"><span id="more-854"></span></div>
<p align="justify">
<ul>
<li>
<div align="justify">Veja matéria do “<i>O</i> <i>Estado de S. Paulo” </i>sobre o tema: <a>http://migre.me/8Bh1d</a></div>
</li>
</ul>
<p align="justify">- A desoneração da folha de pagamento, tal como apresentada, é quase uma piada. O governo ampliou de quatro para 15 o número de segmentos da economia agraciados com o suposto estímulo, gerando um alívio tributário de R$ 3,1 bilhões. Mas, quantitativamente, esse valor representa somente um dia de arrecadação federal. Inócuo!</p>
<p align="justify">- No entanto, para compensar a perda de receitas, o governo anunciou incentivos com uma mão para preservar a arrecadação com a outra. O governo aumentará o PIS/COFINS sobre produtos importados, além de elevar os impostos que incidem sobre as chamadas bebidas frias (águas, cervejas e refrigerantes).</p>
<ul>
<li>
<div align="justify">Vale perguntar: é correto o Estado selecionar, arbitrariamente, os setores que vão ser agraciados com benefícios fiscais, enquanto outros terão impostos aumentados para pagar parte da conta?</div>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<div align="justify">Em relação a sobretaxa à importação, até quando o Estado ordenará o que os consumidores poderão ou não consumir? Isso é totalmente diferente da economia social de mercado defendida pelo Democratas, em que triunfam as empresas/produtos que melhor atendem os desejos dos consumidores.</div>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<div align="justify">As vantagens do livre comércio em relação ao protecionismo. Confira o vídeo: <a>http://migre.me/8BheQ</a></div>
</li>
</ul>
<p align="justify">- Do total de R$ 60,4 bilhões de estímulos apresentados pelo pacote, o Tesouro Nacional fará um aporte de R$ 45 bilhões no caixa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o que deve reduzir a taxa de juros.</p>
<p align="justify">- Desde 2009, na época da crise global, o Tesouro (leia-se &quot;os impostos pagos pelos brasileiros&quot;) engordou os cofres do BNDES, muitas vezes de maneira obscura, com cerca de R$ 285 bilhões de reais.</p>
<p align="justify">- “<i>Dotar o BNDES de um orçamento paralelo de R$ 280 bilhões, em pouco mais de três anos, à custa do Tesouro é um equívoco dos governos petistas. A dívida bruta cresce, engrossada por subsídios a grandes empresas. Na verdade, o governo cria dinheiro que não existe para seus pacotes</i>”, assegura o editorial do <i>Valor</i> da última quinta-feira:</p>
<ul>
<li>
<div align="justify">Confira o editorial: “<i>Governo cria mais dívidas para pacote problemático</i>” <a>http://migre.me/8BhoI</a></div>
</li>
</ul>
<p align="justify">- O governo brasileiro parece um adolescente irresponsável, acreditando que a fase adulta nunca chegará. Como em economia “não existe almoço grátis”, alguém terá que pagar a conta da expansão desenfreada do crédito público, alimentada agora com a redução dos juros na marra. No final, como sempre, o <b>consumidor</b> será penalizado!</p>
<p align="justify">- A verdade é que, enquanto o governo só se preocupa em promover medidas de expansão de crédito, a indústria definha a cada dia. Segundo o IBGE, o setor industrial acumulou perda de 3,4% nos dois primeiros meses de 2012.</p>
<ul>
<li>
<div align="justify">Para empresários do setor industrial, o governo tem muito a fazer. Confira a matéria do “<i>O Globo</i>” da última quarta-feira:<a>http://migre.me/8BfoI</a></div>
</li>
</ul>
<p align="justify">- “<i>Esse pacote não difere dos anteriores, sempre lançados com estardalhaço, mas que não ajudaram em nada a indústria nos últimos anos</i>&quot;, resume o economista Sergio Vale, da consultoria MB Associados, na revista <i>VEJA</i> desta semana.</p>
<p align="justify">- Esse é o sexto pacote de incentivos à indústria desde o final de 2008. Seus instrumentos, porém, apresentam tímidos e limitados benefícios diante das condições macroeconômicas hostis que a indústria se defronta, como as deficiências embutidas no “custo Brasil”, cujo enfrentamento a administração petista insiste em protelar.</p>
<ul>
<li>
<div align="justify">Entre os países considerados emergentes, o Brasil é o lugar mais caro para se fazer negócios, informou o jornal “<i>O GLOBO</i>” da última sexta-feira. Confira: <a>http://migre.me/8BdW3</a></div>
</li>
</ul>
<p align="justify">- Aqui, o peso do Estado perdulário impõe dificuldades homéricas à economia. O industrial brasileiro tem que lidar com uma pesada carga tributária, além de uma legislação trabalhista enfadonha, que foge ao racional em qualquer país desenvolvido.</p>
<p align="justify">- A burocracia é asfixiante e tem piorado com o aparelhamento do Estado pelo governo do PT. A falta de investimentos em infraestrutura (que o PAC está a nos luz de resolver) dificulta a operação da logística, gerando deficiências em setores como comunicação, energia e mão de obra qualificada.</p>
<p align="justify"><var></var></p>
<p align="justify">- A política econômica no governo Lula-Dilma, infelizmente, tem atendido a conveniências de curto prazo, quando deveria ter uma meta muito clara de onde quer chegar; amplia medidas protecionistas quando deveria implementar reformas amplas para encarar os obstáculos ao crescimento<i>; </i>concede favores quando deveria melhorar o ambiente de negócios<i>.</i><b> </b>Agora, paga-se o preço da incompetência!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Enquanto o Democratas pune os seus faltosos, o PT abriga seus malfeitores</title>
		<link>http://www.blogdemocrata.org.br/enquanto-o-democratas-pune-os-seus-faltosos-o-pt-abriga-seus-malfeitores/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 14:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[- A atuação do Democratas na oposição sempre foi pautada pelo respeito à ética, pela intransigência na condenação e denúncia pública da corrupção e pela crença na coerência e honestidade no exercício da política, que tem de ser responsável e transparente. &#160; - Enquanto outros partidos titubeiam em punir os filiados que praticam atos ilícitos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center">- A atuação do Democratas na oposição sempre foi pautada pelo respeito à ética, pela intransigência na condenação e denúncia pública da corrupção e pela crença na coerência e honestidade no exercício da política, que tem de ser responsável e transparente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Enquanto outros partidos titubeiam em punir os filiados que praticam atos ilícitos, o Democratas, fiel aos seus princípios, age e faz com que todos saibam que o partido não convive com qualquer tipo de improbidade e malfeito, mesmo que para isso seja necessário cortar na própria carne.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- As graves denúncias que envolvem o senador Demóstenes Torres, portanto, precisam de esclarecimentos convincentes. O Democratas tem o compromisso com a verdade e exige que Demóstenes dê rapidamente as devidas explicações ao povo brasileiro sobre os diversos conteúdos das gravações divulgadas.</p>
<p><span id="more-852"></span></p>
<p>- Apesar de a Constituição garantir ao senador o direito da ampla defesa, as principais lideranças do Democratas cobraram nos últimos dias um consistente pronunciamento de Demóstenes para decidir o futuro do senador na legenda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- “<em>O partido está inquieto. A posição do Democratas vai depender da qualidade do argumento que o senador apresentar. A partir dessa manifestação, o Senado e o partido darão uma resposta</em>”, disse o senador José Agripino Maia (RN).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- &#8220;<em>Acho que ele tem que ter o direito de defesa respeitado, mas é fundamental que faça isso o mais rápido que puder</em>&#8220;, acrescentou o deputado Rodrigo Maia (RJ).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- “<em>Se ele não apresentar uma defesa contundente e consistente, haverá abertura de processo de expulsão</em>”, ressaltou o líder do Democratas na Câmara, ACM Neto (BA).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>· No portal <em>G1</em>: Democratas cobra manifestação do senador Demóstenes até o início da semana. Confira:<a href="http://migre.me/8vG0S" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #234786;">http://migre.me/8vG0S</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; A contundência com que o Democratas exige explicações do senador Demóstenes Torres, a ponto de ameaçá-lo de expulsão caso não apresente esclarecimentos convincentes, contrasta com a tibieza moral do Partido dos Trabalhadores (PT), que normalmente passa a mão na cabeça dos seus faltosos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; Reportagem publicada na última sexta pelo jornal “<em>O Estado de S. Paulo</em>”revela graves indícios de envolvimento da petista Ideli Salvatti em um exitoso esquema de doação eleitoral nada legal. Ideli é apontada de ter sido beneficiada por doação de uma empresa fornecedora do Ministério da Pesca, do qual foi titular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>· Confira a matéria: <a href="http://migre.me/8vKE0" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #234786;">http://migre.me/8vKE0</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Contratada na Pesca, a empresa <em>Intech Boating</em> foi procurada para doar R$ 150 mil ao comitê financeiro do PT de Santa Catarina. O comitê, segundo o jornal, bancou 81% das despesas da campanha de Ideli ao governo do Estado, em 2010. Ideli, no entanto, absteve-se de explicar a denúncia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>· O fracasso do Ministério da Pesca, que até agora só mostrou utilidade prática em acomodar aliados, é visto nos números. Apesar de o orçamento da Pesca ter crescido 831% desde 2004, as exportações de pescado no Brasil tiveram queda de 205,47% nos últimos nove anos. Veja matéria do “O <em>Globo</em>”:<a href="http://migre.me/8vN46" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #234786;">http://migre.me/8vN46</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Ao contrário do que se viu no caso do senador Demóstenes Torres, o partido ao qual pertence à ministra Ideli não se pronunciou acerca das denúncias, muito menos exigiu investigações transparentes e punição aos responsáveis pelo esquema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Eis aí um abismo moral intransponível entre as ações e práticas políticas do Democratas e as do PT. Se Demóstenes cometeu algum ato ilícito, se ele realmente for acusado e ficar provado de algum crime, ele com certeza será punido pelo Democratas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- E o PT? O que fez com os seus mensaleiros? Acobertou todos no partido! Delúbio Soares, José Genuíno e tantos outros já estão na ativa a pleno vapor. O mais conhecido deles, José Dirceu, foi peça importante na campanha de Dilma Rousseff à Presidência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Aí está uma diferença importante: enquanto o Democratas põe na rua os seus faltosos, o PT agasalha seus malfeitores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- O colunista da revista <em>Veja</em>, Reinaldo Azevedo, escreveu um texto esclarecedor sobre o posicionamento moral de dois casos emblemáticos: Demóstenes Torres e José Dirceu. Diz ele: “<em>Os ex-admiradores de Demóstenes estão sinceramente decepcionados e não se mostram dispostos a perdoá-lo, AINDA QUE ELE TENHA SIDO ALVO DE UMA ILEGALIDADE CONTINUADA. No caso de Dirceu é diferente: os valores dos seus admiradores o protegem porque são iguais aos seus</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>· Juridicamente, Demóstenes Torres foi grampeado ilegalmente, sem aval prévio do STF. Mas, politicamente, isso não exime o senador de coisa nenhuma. Se ele errou, tem que ser punido! Que triunfe a lei!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- No mesmo <em>post</em>, Reinaldo Azevedo chama atenção para uma suposta seletividade arbitrária da PF. Em si, isso é bastante preocupante. “<em>SER DE OPOSIÇÃO NO PAÍS PASSOU A COMPORTAR UM RISCO ADICIONAL. E esse particular não caracteriza uma polícia de estado, mas uma polícia política</em>”, escreve o colunista de <em>Veja.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>· Confira o texto: <a href="http://migre.me/8vPUQ" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #234786;">http://migre.me/8vPUQ</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Portanto, não custa questionar: por que as investigações contra petistas não são tão céleres quanto as investigações contra parlamentares da oposição? Por que ninguém viu uma Polícia Federal tão eficiente para investigar um escândalo bem maior do que esse: o do mensalão do PT? E os aloprados que criaram dossiês contra os tucanos? E os casos assombrosos de ministros fora da lei? O que aconteceu até agora?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Aliás, também vale perguntar: nessa investigação do Carlinhos Cachoeira, por que pouco se fala dos deputados federais Carlos Leréia (PSDB-GO), Sandes Junior (PP-GO) e Stepan Nercessian (PPS-RJ), que também aparecem em conversas comprometedoras?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>· E o deputado petista Rubens Otoni (PT), flagrado em vídeo combinando repasse de dinheiro com o Cachoeira? Por que ele sumiu do noticiário? Confira o vídeo: <a href="http://migre.me/8vQLQ" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #234786;">http://migre.me/8vQLQ</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- O Democratas se compromete com todos os seus filiados, militantes e simpatizantes a lutar por um desfecho rápido de todo esse processo lamentável. Pois o mais eficiente antídoto contra a impunidade é o da investigação e punição rápidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Como assegurou o senador José Agripino: “<em>um partido com a história do Democratas, que já fez o que já fez, chegando à expulsão de um governador, tem autoridade moral para dizer que vai fazer o que os outros partidos nunca fizeram</em>”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A vigil&#226;ncia ao governo feita pelos Democratas</title>
		<link>http://www.blogdemocrata.org.br/a-vigilncia-ao-governo-feita-pelos-democratas/</link>
		<comments>http://www.blogdemocrata.org.br/a-vigilncia-ao-governo-feita-pelos-democratas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 14:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das principais atribuições da oposição é monitorar a atuação do governo federal. Mais do que um direito, é um dever constitucional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Uma das principais atribuições da oposição é monitorar a atuação do governo federal. Mais do que um direito, é um dever constitucional. A população precisa de ajuda na fiscalização incessante da máquina pública e de seus responsáveis.</p>
<p>- Com todas as dificuldades inerentes à tarefa, os parlamentares do Democratas buscam cumprir o papel que lhe foi atribuído pelos eleitores.</p>
<p>- O partido possui, por exemplo, uma página na internet com o intuito de fiscalizar todas as promessas da presidente Dilma Rousseff.</p>
<ul>
<li>Confira: <a href="http://migre.me/8m9vc">http://migre.me/8m9vc</a></li>
</ul>
<p><span id="more-850"></span>
<p>- Um dos principais mecanismos de fiscalização do governo é o Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), que permite o acesso a todos as liberações de recursos do poder Executivo. O Democratas possui uma equipe do Siafi dentro do Congresso Nacional.</p>
<p>- As informações repassadas à imprensa por meio do Siafi/Democratas foram fundamentais para desvendar alguns dos principais escândalos ocorridos dentro do governo nos últimos meses.</p>
<p>- Com ajuda do Siafi foi possível descobrir que os recursos do Ministério do Esporte abasteciam os cofres de ONGs suspeitas. As matérias ajudaram na queda do ministro Orlando Silva, do PC do B.</p>
<ul>
<li>Leia a matéria de <i>O Globo</i>: <a href="http://migre.me/8mcfB">http://migre.me/8mcfB</a></li>
<li>Ou do <i>Estado de S. Paulo: </i><a href="http://migre.me/8mckT">http://migre.me/8mckT</a></li>
</ul>
<p>- Outro ministro que acabou pedindo demissão por má-gestão do dinheiro público, detectada após pesquisas do Siafi, foi Carlos Luppi, do Trabalho.</p>
<p>- Mas a equipe do Siafi não atua somente nas denúncias. Mostra má-gerência e má administração no governo. Por exemplo, na penúria do programa de combate à doença de chagas.</p>
<ul>
<li>Confira na matéria do <i>Correio Braziliense:</i> <a href="http://migre.me/8mbWS">http://migre.me/8mbWS</a></li>
</ul>
<p>- Mostra também que órgãos que deveriam primar pela competência se transformaram em cabides de empregos, como foi o caso do DNIT.</p>
<ul>
<li>Veja na reportagem do <i>Estado de S. Paulo:</i> <a href="http://migre.me/8mc55">http://migre.me/8mc55</a></li>
</ul>
<p>- Além disso, o que não faltam são promessas de campanha feitas pela presidente Dilma Rousseff que serão esquecidas e arquivadas. São questões que exige vigilância eterna da oposição.</p>
<p>- Por exemplo, o governo já deixou de lado a promessa de implantar 2.883 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) por todo o País. A desculpa do Ministério da Justiça foi que técnicos avaliaram o cálculo do projeto apresentado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva como &quot;superdimensionado&quot;.</p>
<ul>
<li>Na matéria da <i>Folha de S. Paulo: </i><a href="http://migre.me/8mcXz">http://migre.me/8mcXz</a></li>
</ul>
<p><i></i></p>
<p>- A promessa de entregar 6,4 mil creches até 2014 também parece que vai ficar pelo caminho. No ano passado nenhuma concluída.</p>
<ul>
<li>Confira: <a href="http://migre.me/8mdqG">http://migre.me/8mdqG</a></li>
</ul>
<p>- Na saúde, a ideia era instalar 500 unidades de Pronto-Atendimento. Só 31 foram entregues em 2011.</p>
<p>- As reformas política e tributária já estão em algum limbo dos meandros do poder.</p>
<p>- A promessa de empregar no mínimo 7% do orçamento à educação já foi declarada impossível pelo Palácio do Planalto.</p>
<p>- Com uma oposição omissa ou enfraquecida, todos esses graves problemas cairiam no vazio. O Democratas busca fazer sua parte. Em geral, os parlamentares do partido estão nas tribunas para defender a população sempre que fatos como esses são divulgados. É uma obrigação.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Experi&#234;ncias &#250;teis &#224; pr&#243;xima campanha eleitoral</title>
		<link>http://www.blogdemocrata.org.br/experincias-teis-prxima-campanha-eleitoral/</link>
		<comments>http://www.blogdemocrata.org.br/experincias-teis-prxima-campanha-eleitoral/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 17:13:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Paim]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fundação Liberdade e Cidadania agrupou algumas experiências que proporcionaram atividades produtivas aptas a permitir maiores níveis de arrecadação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.blogdemocrata.org.br/wp-content/uploads/2012/03/Prof.-Antonio-Paim-711.jpg"><img title="Prof.-Antonio-Paim-71" style="border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; background-image: none; border-bottom-width: 0px; float: left; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; display: inline; padding-right: 0px; border-top-width: 0px" border="0" alt="Prof.-Antonio-Paim-71" align="left" src="http://www.blogdemocrata.org.br/wp-content/uploads/2012/03/Prof.-Antonio-Paim-71_thumb1.jpg" width="180" height="270" /></a>Dizendo respeito ao mais numeroso grupo de municipalidades, a Fundação Liberdade e Cidadania agrupou algumas experiências que proporcionaram atividades produtivas aptas a permitir maiores níveis de arrecadação. Não se limitam a pequenas ou médias indústrias ou aos serviços mas igualmente à agricultura familiar. Encontram-se na na seção intitulada “Estudos desenvolvidos”. Tomamos aqui a experiência de municipalidade baiana.</p>
<p align="justify">Trata-se de Maracás, localizada no interior, que se tornou a cidade das flores. Tinha população da ordem de vinte mil habitantes e vivia de uma agricultura rotineira.</p>
<p><span id="more-844"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">A escolha da produção de flores deveu-se às características das pequenas economias existentes. Obtido o apoio da renomada municipalidade de Hortolândia (São Paulo),tiveram lugar os imprescindíveis estudos técnicos. Os agricultores locais tinham tradição na atividade e vivência familiar de mais de uma geração. Porém com cultivos não muito sofisticados. Contudo, a hipótesefoi recebida com entusiasmo pelos prováveis participantes, conscientes do esforço de adaptação que lhes seria requerido.</p>
<p align="justify">O assessoramento da Prefeitura de Hortolândia estendeu-se àimplantação do projeto,&#160; ao conhecimento do mercado e aos procedimentos requeridos pela comercialização nas condições exigidas pelo produto (flores). A partir das indicações de mercado, escolheram- se as variedades passíveis de fácil adaptação às condições físicas existentes. O treinamento dos agricultores teria que ser prolongado o suficiente até assegurar a consecução dos objetivos colimados.</p>
<p align="justify">A iniciativa considerada foi concebida em 1997, tornando-se bem sucedida e consolidando-se no período subseqüente.</p>
<p align="justify"><em>*ANTONIO PAIM é filósofo, seguiu carreira universitária no Rio de Janeiro. Atualmente desenvolve atividades de pesquisa em universidades, no Brasil e em Portugal e preside o Conselho Acadêmico do Instituto de Humanidades.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cinquenta anos de regress&#227;o na ind&#250;stria</title>
		<link>http://www.blogdemocrata.org.br/cinquenta-anos-de-regresso-na-indstria/</link>
		<comments>http://www.blogdemocrata.org.br/cinquenta-anos-de-regresso-na-indstria/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 13:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdemocrata.org.br/?p=840</guid>
		<description><![CDATA[Enquanto o governo bate cabeça, o Brasil vai em direção a uma estrutura de país colônia: produção de produtos primários para países de populações ricas. Por questões como essa somos a sexta economia do mundo e ainda estamos na 84ª colocação mundial no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- A indústria brasileira foi o principal setor responsável pelo baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7% registrado em 2011.</p>
<p>- O crescimento industrial brasileiro ano passado foi de apenas 1,6%. Uma queda brusca em relação a 2010, quando o índice foi de 10,4%.</p>
<p>- E o índice da indústria só não foi pior por causa da construção civil (3,8%). Caso se analise apenas a indústria de transformação, o índice é de míseros 0,1%.</p>
<p><span id="more-840"></span>
<p>- Com esse desempenho pífio, a participação da indústria brasileira no total da economia regrediu ao patamar de 1956, o e equivalente a 14,6% do PIB.</p>
<ul>
<li>Confira na matéria da <i>Folha de S. Paulo:</i><a href="http://migre.me/8e0ZQ">http://migre.me/8e0ZQ</a></li>
</ul>
<p>- Há uma série de fatores que levam a essa situação como a valorização excessiva do Real, a expansão contínua do agronegócio, a venda de commodities minerais, e a abertura da economia aos importados.</p>
<p>- Mas também é preciso levar em conta a altíssima carga tributária do Brasil, a péssima infraestrutura e a burocracia excessiva.</p>
<p>- As exportações também foram afetadas. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, a venda de manufaturados brasileiros ao exterior caiu de 57% em 1998 para 36% em 2011, na comparação com o total das vendas.</p>
<p>- O curioso é que o aumento do consumo e da renda tem sido o índice mais vistoso do PIB (4,8%). Em tese, a indústria deveria se beneficiar com essa conjuntura. Não é o que ocorre.</p>
<p>- Segundo o colunista do <i>Estado de S. Paulo</i>, Celso Ming, o problema é de gestão. O governo estimula o consumo, mas com medo da inflação, acionaria as importações em detrimento da indústria.</p>
<ul>
<li>Confira o texto: <a href="http://migre.me/8e1HL">http://migre.me/8e1HL</a></li>
</ul>
<p>- Para lidar com a questão, o governo ainda tem apelado apenas para medidas superficiais, como isenção tributária a alguns setores, protecionismo na indústria de veículos, no setor têxtil e nos brinquedos, acirramento da defesa comercial, além das tentativas, ainda mal sucedidas, em desvalorizar o câmbio. </p>
<p>- De acordo com Celso Ming, também é preciso admitir que a indústria brasileira precisa lidar com sérios problemas de competitividade.<i>“Insistir em jogar a culpa no jogo desleal dos chineses, na guerra cambial provocada pelos países ricos ou nas políticas protecionistas de algumas dezenas de países é tapar o sol com a peneira e ignorar a natureza estrutural dessa encrenca”, </i>afirmou.</p>
<p>- Lançado em agosto do ano passado, o programa “Brasil Maior”, para estimular a indústria, anunciou desonerações de R$ 24,5 bilhões ao setor. Mas os benefícios foram anulados com a criação de um novo tributo que incide no faturamento das empresas.</p>
<p>- Nesse meio tempo, o déficit tecnológico, a diferença entre importações e exportações de bens e serviços intensivos em tecnologia, passou de US$ 15,4 bilhões em 2002 para US$ 85 bilhões em 2010.</p>
<p>- Atualmente, 60% das máquinas e equipamentos comprados para serem utilizados no Brasil são importados.</p>
<p>- O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deveria ser uma arma para lidar com a questão, nunca deixou de patinar. O governo anuncia um índice de execução de 21% até o final de 2011 quando a meta é chegar a 100% em 2014.</p>
<p>- Os números não são bem esses: foram inflados com os empréstimos habitacionais, investimentos privados e verbas de restos a pagar. De acordo com o Sistema Integrado de Administração Financeira, dos R$ 18,7 bilhões registrados no Orçamento Geral da União em 2011 para o PAC, apenas R$ 815 milhões foram executados (4,3%).</p>
<p>- Enquanto o governo bate cabeça, o Brasil vai em direção a uma estrutura de país colônia: produção de produtos primários para países de populações ricas. Por questões como essa somos a sexta economia do mundo e ainda estamos na 84ª colocação mundial no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um PIB med&#237;ocre</title>
		<link>http://www.blogdemocrata.org.br/um-pib-medocre/</link>
		<comments>http://www.blogdemocrata.org.br/um-pib-medocre/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 21:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[BLOG]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[A previsão inicial do governo era de 5%, mas o índice oficial divulgado ontem mostrou um crescimento medíocre do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro ano da gestão Dilma Rousseff: 2,7%. O crescimento do PIB per capta ficou em 1,8%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- A previsão inicial do governo era de 5%, mas o índice oficial divulgado ontem mostrou um crescimento medíocre do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro ano da gestão Dilma Rousseff: 2,7%. O crescimento do PIB per capta ficou em 1,8%.</p>
<p>- O PIB do 2º para o 3º semestre de 2011 caiu 0,1%. Já do 3º para o 4º semestre, houve uma elevação de apenas 0,3%.</p>
<ul>
<li>Veja os números: <a>http://migre.me/8bDF4</a></li>
</ul>
<p><span id="more-838"></span>
<p>- Um dos motivos para os baixos percentuais de 2011 foi a verdadeira farra ocorrida em 2010, quando o PIB cresceu 7,5%. Ao acelerar o País artificialmente no ano eleitoral, a equipe econômica provocou aumento de inflação no ano passado. Para frear a elevação dos preços, os juros tiveram que subir. O resultado foi um PIB retraído.</p>
<ul>
<li>A presidente Dilma preferiu culpar a crise europeia: <a>http://migre.me/8bInW</a></li>
</ul>
<p>- Crescemos mais do que a Zona do Euro (1,4%). Mas no final das contas, a economia brasileira cresceu menos do que o resto do mundo em 2011, que foi de 3,8% de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).</p>
<p>- Entre os emergentes, ficamos atrás da China (9,2%), Índia (6,9%), Coreia do Sul (3,6%) e África do Sul (3,1%). Crescemos menos do que a Alemanha (3%), um dos focos da atenção da crise econômica que atinge os países da zona do Euro.</p>
<p>- Mesmo entre os vizinhos latino-americanos, não estamos muito bem. A verdade é que desde o começo da era Lula o Brasil tem sido um dos piores da comparação de crescimento no continente.</p>
<p>- Entre o final de 2002 e o final de 2011, de uma lista de 20 países, o Brasil ficou em 14º lugar com um crescimento acumulado de 40,2%.</p>
<p>- No um ranking de crescimento acumulado no período, o Panamá está em primeiro lugar (90,8%), seguido por Argentina (88,7%), Republica Dominicana (73,4%), Uruguai (72,2%), Peru (66,2%), Costa Rica (5,5%) e Colômbia (49,7%). Os dados são do FMI.</p>
<p>- Piores do que o Brasil apenas Honduras (37,2%), Guatemala (33,6%), México (25,9%), Nicarágua (24,6%), El Salvador (11,4%) e Haiti (9,5%).</p>
<p>- Em valores correntes, o PIB somou R$ 4,13 trilhões, o que torna o Brasil a sexta economia do mundo. Mas com relação ao IDH, ainda temos muitos desafios a enfrentar. Ocupamos 84ª posição no ranking da ONU, formado por 187 países. Nesse índice, o Brasil está atrás de 19 países da América Latina.</p>
<p>- Entre 2003 e 2010, o crescimento médio do PIB per capita do Brasil foi de 2,85%. No resto da América Latina, de 4,07%.</p>
<p>- No período FHC, o crescimento médio per capita do Brasil foi de 1,01% ao ano, menor do que o atual. Falta dizer, entretanto, que, na época de Fernando Henrique, o resto a América Latina cresceu 0,38% per capita, anualmente. Éramos melhores do que a média do grupo. Agora somos piores.</p>
<p>- Em 2011, o fator que não deixou o PIB brasileiro ser um verdadeiro desastre foi o consumo das famílias, que cresceu 4,1%. O índice é fundamental para a manutenção da popularidade do governo. É oitavo ano seguido que a renda das famílias cresce no País. Em 2010, o crescimento da renda das famílias foi de 10,4%.</p>
<p>- Com 1,6% ao ano, a indústria puxou o PIB para baixo após dois trimestres consecutivos de retração. Não foi capaz de atender a demanda interna.</p>
<ul>
<li>Leia editorial de hoje do <i>Estado de S. Paulo: </i><a>http://migre.me/8ch9d</a></li>
</ul>
<p>-Apesar de negligenciada e até mesmo atacada por algumas autoridades oficiais, a agropecuária é outro setor que torna os brasileiros mais prósperos. Cresceu 3,9% no ano passado.</p>
<p>- Agora, o ministro Guido Mantega prevê um crescimento de 4,5% para 2012. Tomara! Mas é preciso alertar que o ministro é bastante ruim de previsão. Em geral erra pela metade.</p>
<p>- O governo do PT trata suas realizações como algo glorioso e triunfal. Mas a verdade é que boa parte de nossos vizinhos tem avançado mais no desenvolvimento de suas populações, apesar de não fazerem tanto barulho.</p>
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